| Questionário Bem Pessoal | ||||||
| Faculdade de Auto-Conhecimento Mediante Questionários Simples | ||||||
| Favor resolver as questões abaixo assinalando com "X" somente uma das respostas relacionadas ao item. | ||||||
| 1- | Você está linda demais | |||||
| A | É verdade concordo plenamente | ( ) | ||||
| B | Concordo, mas o verbo correto é "ser" | ( ) | ||||
| C | As vezes eu venho assim, desleixada | ( ) | ||||
| D | Só agora que você percebeu? | ( ) | ||||
| E | Todas as respostas anteriores | ( ) | ||||
| 2- | Esse teu vestido é maravilhoso | |||||
| A | Não! Tão simplezinho... | ( ) | ||||
| B | Eu tenho bom gosto | ( ) | ||||
| C | Você é perpicaz | ( ) | ||||
| D | Concordo também | ( ) | ||||
| E | E olha que não caprichei... | ( ) | ||||
| 3- | A cor de seu cabelo é maravilhosa | |||||
| A | Demorou muito pra me dizer | ( ) | ||||
| B | Eu também acho | ( ) | ||||
| C | Concordo, acresceria lindo | ( ) | ||||
| D | Adoro essa cor | ( ) | ||||
| E | Não só a cor | ( ) | ||||
| ( ) | ||||||
| 4- | Você é um sonho | |||||
| A | Continua demorando pra declarar | ( ) | ||||
| B | Obrigado, mas não sou sonho sou real | ( ) | ||||
| C | As vezes eu ouço isso | ( ) | ||||
| D | Diferente, quando você abrir os olhos ainda estarei aqui | ( ) | ||||
| E | Todas as respostas anteriores | ( ) | ||||
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Questionário Bem Pessoal
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Magic Moon
Edward e Jacob estão mortos. Mesmo após ser transformada em vampiro, Bela está novamente em perigo, pois uma nova
clã vampiresca luta pela hegemonia. Fugindo por becos estranhos da velha Inglaterra, Bela é cercada por 200 vampiros num estranho lugar
chamado "beco Diagonal". Quando o fim era eminente uma voz grita: Expecto Patronum! E duzentos vampiros ficam cegos...
Da Welington Corporation
Magic Moon
clã vampiresca luta pela hegemonia. Fugindo por becos estranhos da velha Inglaterra, Bela é cercada por 200 vampiros num estranho lugar
chamado "beco Diagonal". Quando o fim era eminente uma voz grita: Expecto Patronum! E duzentos vampiros ficam cegos...
Da Welington Corporation
Magic Moon
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Das Profundezas
Das profundezas
Baseado em certa mudança de andar de antiga equipe de uma empresa brasileira...
A ata de reunião que decidia a mudança de andar da galera de estimativa de custos foi despachada perto da meia-noite. A tradicional reunião de reorganização anual do prédio em que ficavam os departamentos de Engenharia fora realmente, muito tensa. Três comitês e doze propostas foram agressivamente debatidas pelo grupo gerencial por quase três horas. A crescente taxa de ocupação do prédio, assim como as alegações de futuras demandas de pessoal, em função do crescimento exponencial da empresa, geraram a necessidade de soluções de alocação de gente realmente radicais. Para otimização de custos, o prédio também reunia, além de Servidores de Dados da empresa, vasta rede de laboratórios. Incluindo um especial de geologia das profundezas - Criado para estudos sísmicos - Resumindo a dita reunião, por apertadíssima votação, venceu a proposta de colocar a equipe de Estimativa ao lado do dito laboratório.
O laboratório ficava cerca de 23 Km de distância. Linha reta em direção ao centro da terra.
Sim.
A vinte e três quilômetros de profundidade.
O gerente do setor de Estimativa de Custos tremia ao ler a ata de reunião. Uma secretária desmaiou com a notícia e um dos orçamentistas do grupo teve uma súbita queda de pressão arterial. O prazo para mudança era de três dias. O gerente ainda tentou negociar. A outra opção também não era muito vantajosa. A equipe não foi informada sobre a segunda possibilidade, mas não ousou perguntar em virtude do olhar aterrorizado do gerente setorial.
Às sete horas da manhã de uma quinta-feira, sete pessoas entraram com suas caixas repletas de papeis no elevador – 76 (Menos Setenta e Seis). Tinha um ascensorista que os olhou com muita compaixão quando o grupo, formado de três homens e quatro mulheres, entrou no elevador. “–76” significava: “setenta e seis andares negativos”. A descida não demorou tanto quanto o esperado. A expectativa na abertura da porta do elevador era intensa, alguns engoliam em seco. As portas se abriram a setenta e seis andares abaixo da linha do solo. Havia ali um longo corredor e uma vasta rede de tubulações. As paredes eram absolutamente escuras, talhadas na rocha, na maioria de sua superfície estava coberta por fina camada líquida e quente de água de estranho aspecto. No final do lúgubre corredor havia uma espécie de trem suspenso por grossos cabos. Possuía oito lugares. Certa voz metalizada solicitou que colocassem os cintos de segurança enquanto as cabines eram cobertas automaticamente por vidros esfumaçados. Os cabos tensionados começaram a tremer e com um impulso fenomenal o veículo começou seu movimento espectral. Para baixo e avante. Aos quatrocentos km/h a estrutura do bólido rangia como fosse se partir. Talvez fosse. Porém, suportou bem a desaceleração. Viu-se a plataforma que estava suspensa sobre um determinado abismo na primeira parada. As portas se fecharam após a passagem do pequeno veículo e um sistema de pressurização ruidoso entrou em funcionamento. Dois operadores da “Passagem para o Abismo” como eles chamavam a estação de transferência, vestidos com roupas especiais, para suportar altas temperaturas, recepcionou o a equipe desconfiada. O grupo vestiu também roupas especiais, monidas de capacetes transparentes que encobriam toda a cabeça, como escafrandos, enquanto ouviam uma assustadora palestra de segurança que os ensinava a utilizar o suporte de vida do traje, em caso de emergências. Certo alarme começou a ecoar e atrapalhar a palestra, mas o auxiliar de segurança da “Passagem” continuou sua dissertação como se nada estivesse ocorrendo. Foram conduzidos até um elevador de carga. Com porta pantográfica. Vestidos como astronautas desceram cerca de 800 metros até a passagem numero 2, onde um mecânico de manutenção os aguardava. Passaram por centenas de tubos suspensos e uma nuvem de vapor os cobriu na entrada do “Mergulhador”. Mergulhador era o nome do veiculo que descia verticalmente até o setor 23. Tinha uma aparência estranha, com partes azuladas do metal, algumas tubulações de aço, doze eletroímãs espalhados com bobinas feitas por barras de buckypaper (vinte vezes mais forte que o aço). O fato é que o Mergulhador era basicamente uma liga de titânio e tungstênio. Os imãs serviam para acelerar, frear e impedir que veículo encostasse-se às paredes do túnel na hora de descida. As portas do veículo se abriram, mas ninguém ousou entrar. Até que ouviram a primeira explosão. Alguma coisa havia explodido, e o que quer que fosse fez a plataforma tremer. Assustados entraram e o veículo deu início, após travar as portas a seqüência de lançamento negativo. Uma das moças da equipe levou a mão à boca e disse:
- Acho que vou...
Não teve tempo de terminar a frase... O veículo abruptamente se deslocou. Então entenderam porque o chamavam de mergulhador.
Havia um termômetro digital que marcava 230 graus na parede do veículo. Uma das tubulações hidráulicas internas começou a vazar, quando o mecânico que estava a bordo começou a bater nos tubos com uma enorme chave inglesa. O marcador de pressão a esquerda chegou no vermelho quando as luzes de alerta próximas ao teto da cabina se acenderam. O ruído da desaceleração foi ensurdecedor. Havia janelas ou escotilhas que iniciaram a trincar à esquerda e a direita dos assustados membros da equipe. Então a porta de acesso abriu, e por um instante todo o interior da cabine se tornou avermelhada, no instante da pressurização...
São três horas da tarde. Sete pessoas assustadas saltam no primeiro andar enquanto o ascensorista do -76 lhes sorri, com oportuna afeição. As caixas haviam queimado na abertura da porta do Mergulhador, por sorte o mecânico conseguiu reaver o comando do módulo... Uma das integrantes larga no chão uma caneta bic derretida.
O ascensorista sorri e lhes acena:
- Até amanhã!!!
Então, as portas do -76 se fecham.
Baseado em certa mudança de andar de antiga equipe de uma empresa brasileira...
A ata de reunião que decidia a mudança de andar da galera de estimativa de custos foi despachada perto da meia-noite. A tradicional reunião de reorganização anual do prédio em que ficavam os departamentos de Engenharia fora realmente, muito tensa. Três comitês e doze propostas foram agressivamente debatidas pelo grupo gerencial por quase três horas. A crescente taxa de ocupação do prédio, assim como as alegações de futuras demandas de pessoal, em função do crescimento exponencial da empresa, geraram a necessidade de soluções de alocação de gente realmente radicais. Para otimização de custos, o prédio também reunia, além de Servidores de Dados da empresa, vasta rede de laboratórios. Incluindo um especial de geologia das profundezas - Criado para estudos sísmicos - Resumindo a dita reunião, por apertadíssima votação, venceu a proposta de colocar a equipe de Estimativa ao lado do dito laboratório.
O laboratório ficava cerca de 23 Km de distância. Linha reta em direção ao centro da terra.
Sim.
A vinte e três quilômetros de profundidade.
O gerente do setor de Estimativa de Custos tremia ao ler a ata de reunião. Uma secretária desmaiou com a notícia e um dos orçamentistas do grupo teve uma súbita queda de pressão arterial. O prazo para mudança era de três dias. O gerente ainda tentou negociar. A outra opção também não era muito vantajosa. A equipe não foi informada sobre a segunda possibilidade, mas não ousou perguntar em virtude do olhar aterrorizado do gerente setorial.
Às sete horas da manhã de uma quinta-feira, sete pessoas entraram com suas caixas repletas de papeis no elevador – 76 (Menos Setenta e Seis). Tinha um ascensorista que os olhou com muita compaixão quando o grupo, formado de três homens e quatro mulheres, entrou no elevador. “–76” significava: “setenta e seis andares negativos”. A descida não demorou tanto quanto o esperado. A expectativa na abertura da porta do elevador era intensa, alguns engoliam em seco. As portas se abriram a setenta e seis andares abaixo da linha do solo. Havia ali um longo corredor e uma vasta rede de tubulações. As paredes eram absolutamente escuras, talhadas na rocha, na maioria de sua superfície estava coberta por fina camada líquida e quente de água de estranho aspecto. No final do lúgubre corredor havia uma espécie de trem suspenso por grossos cabos. Possuía oito lugares. Certa voz metalizada solicitou que colocassem os cintos de segurança enquanto as cabines eram cobertas automaticamente por vidros esfumaçados. Os cabos tensionados começaram a tremer e com um impulso fenomenal o veículo começou seu movimento espectral. Para baixo e avante. Aos quatrocentos km/h a estrutura do bólido rangia como fosse se partir. Talvez fosse. Porém, suportou bem a desaceleração. Viu-se a plataforma que estava suspensa sobre um determinado abismo na primeira parada. As portas se fecharam após a passagem do pequeno veículo e um sistema de pressurização ruidoso entrou em funcionamento. Dois operadores da “Passagem para o Abismo” como eles chamavam a estação de transferência, vestidos com roupas especiais, para suportar altas temperaturas, recepcionou o a equipe desconfiada. O grupo vestiu também roupas especiais, monidas de capacetes transparentes que encobriam toda a cabeça, como escafrandos, enquanto ouviam uma assustadora palestra de segurança que os ensinava a utilizar o suporte de vida do traje, em caso de emergências. Certo alarme começou a ecoar e atrapalhar a palestra, mas o auxiliar de segurança da “Passagem” continuou sua dissertação como se nada estivesse ocorrendo. Foram conduzidos até um elevador de carga. Com porta pantográfica. Vestidos como astronautas desceram cerca de 800 metros até a passagem numero 2, onde um mecânico de manutenção os aguardava. Passaram por centenas de tubos suspensos e uma nuvem de vapor os cobriu na entrada do “Mergulhador”. Mergulhador era o nome do veiculo que descia verticalmente até o setor 23. Tinha uma aparência estranha, com partes azuladas do metal, algumas tubulações de aço, doze eletroímãs espalhados com bobinas feitas por barras de buckypaper (vinte vezes mais forte que o aço). O fato é que o Mergulhador era basicamente uma liga de titânio e tungstênio. Os imãs serviam para acelerar, frear e impedir que veículo encostasse-se às paredes do túnel na hora de descida. As portas do veículo se abriram, mas ninguém ousou entrar. Até que ouviram a primeira explosão. Alguma coisa havia explodido, e o que quer que fosse fez a plataforma tremer. Assustados entraram e o veículo deu início, após travar as portas a seqüência de lançamento negativo. Uma das moças da equipe levou a mão à boca e disse:
- Acho que vou...
Não teve tempo de terminar a frase... O veículo abruptamente se deslocou. Então entenderam porque o chamavam de mergulhador.
Havia um termômetro digital que marcava 230 graus na parede do veículo. Uma das tubulações hidráulicas internas começou a vazar, quando o mecânico que estava a bordo começou a bater nos tubos com uma enorme chave inglesa. O marcador de pressão a esquerda chegou no vermelho quando as luzes de alerta próximas ao teto da cabina se acenderam. O ruído da desaceleração foi ensurdecedor. Havia janelas ou escotilhas que iniciaram a trincar à esquerda e a direita dos assustados membros da equipe. Então a porta de acesso abriu, e por um instante todo o interior da cabine se tornou avermelhada, no instante da pressurização...
São três horas da tarde. Sete pessoas assustadas saltam no primeiro andar enquanto o ascensorista do -76 lhes sorri, com oportuna afeição. As caixas haviam queimado na abertura da porta do Mergulhador, por sorte o mecânico conseguiu reaver o comando do módulo... Uma das integrantes larga no chão uma caneta bic derretida.
O ascensorista sorri e lhes acena:
- Até amanhã!!!
Então, as portas do -76 se fecham.
Welington José Ferreira
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Salmo 2
Certo filósofo romano disse ao imperador Adriano: “Nunca discuto com um príncipe que tem vinte e quatro legiões a seu dispor”.
Salmo 2O Homem Rebelde
Pr. João A. de Souza FilhoIntrodução:
Não se sabe ao certo em que circunstâncias este Salmo foi escrito. Alguns intérpretes afirmam que Davi o escreveu quando os filisteus o atacaram (2 Samuel 5). De qualquer maneira Davi começa se referindo ao reino terrestre e, profeticamente alarga seu pensamento ao reinado do Messias.A Companion Bible apresenta uma estrutura interessante para este Salmo.1. Os primeiros três versículos dizem respeito a reclamação da humanidade em geral, contra o Senhor, o Ungido.Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o SENHOR e contra o seu Ungido, dizendo: Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas. (vv 1-3).2. Os versículos quatro e cinco mostram a reação do Senhor à decisão dos povos de quererem se livrar de Deus:Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá.3. Os versículos seis a nove falam do reino de Jesus Cristo:Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do SENHOR: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro.4. Nos versículo dez e onze, novamente o que dizem os homens:Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos advertir, juízes da terra. Servi ao SENHOR com temor e alegrai-vos nele com tremor.5. Finalmente, no versículo 121 o Filho aparece novamente trazendo juízo:Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho; porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira. Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.A estrutura do Rev W.L. Watkinson em Homiletic Commentary on the Psalms ajudará o leitor e pregador a fazer uma boa exegese do Salmo 2. O esboço que ele apresenta do Salmo está pronto para ser pregado.I. Guerra SantaA. O tamanho da revolta.Nações, povos, reis e governadores (vv 1-2). O reino de Cristo sempre encontra oposição.1) Em todas as nações quer judeus, gregos ou romanos.2) Em pessoas de todo grau de autoridade, sejam reis, povos ou o populacho, todos tentam destruir a fé.3) Por todas as gerações. Cristo foi rejeitado pelos seus (At 4.27).B) A revolta se caracteriza pela determinação de apagar o seu nome da terra.1) Deliberadamente. “Conspiram”.2) Reúnem-se em conselhos para tramar contra Jesus Cristo.3) Estão resolutos. “Levantam-se”.A este respeito diz Mathew Henry: “Era de se esperar que uma bênção dessas para o mundo deveria ser bem-vinda e recebida com alegria; que todos os chefes imediatamente se curvassem ante o Messias, depositando suas coroas e cetros aos seus pés. Mas, acontece o contrário: Filósofos, príncipes e reinos levantam-se de forma tirânica contra o ensino e o reino de Cristo”.C) A razão secreta desta revolta.“Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas” (v 3).Facilmente o mundo creria nas doutrinas bíblicas se estas não apresentassem nenhuma exigência; e o mundo toleraria a igreja se esta abandonasse seus ensinamentos.D) A oposição que fazem a Cristo é em vão.1) Pela irracionalidade dos argumentos. Por que os gentios se enfurecem contra Jesus? A todos os seus inimigos perguntamos: Mas, o que ele fez de errado?2. Pela inutilidade da argumentação. “Imaginam coisas vãs”, diz o texto. Deus já declarou que seu Filho reinará e que colocará todas as coisas sob seus pés (vv 6-7). Com graça e harmonia o poeta vê Deus rindo da situação!3. O salmista conclui:a) Com um conselho: “Sejam prudentes!” (v 10). É melhor vocês se renderem a Cristo do que lhe fazer oposição. Certo filósofo romano disse ao imperador Adriano: “Nunca discuto com um príncipe que tem vinte e quatro legiões a seu dispor”. Todo poder é dado a Jesus Cristo. É melhor se render do que perecer no caminho (v 12). “Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó” (Mt 21.44).b) Com uma direção: “Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor” (v 11). Temor, devido a sua grandeza e santidade; alegria, por seu amor e pela liberdade de servi-lo.c) Com um convencimento: “Beijai o filho” (v 12). É melhor se submeter do que ser esmiuçado por seu poder!II. O reino de Cristo.Temos aqui uma narrativa do reino mediador de Cristo. Observe:A) Sua soberania. “Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião” (v 6). O trono de Cristo é exaltado e elevado acima de todos os reinos do mundo.B) Sua autoridade. “Proclamarei o decreto do Senhor” (v 7). A autoridade dos reis de Israel dependia da submissão ao governo de Deus. Os reis eram como pequenos deuses, ou filhos de Deus.C) A universalidade do seu reino. As nações são todas dele, por isso as oferece ao filho: “Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão” (v 8).D) A invencibilidade do reino. “Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro” (v 9). Moll, comentando o texto disse: “Os inimigos de Cristo pensam que o cetro de Cristo é um chicote, como nos dias de seu sofrimento. Mas, envergonhados um dia sentirão o peso do cetro de autoridade nas mãos de Cristo”.E) A Graciosidade do reino. “deixai-vos advertir, juízes da terra” (v 10). O objetivo de Cristo é abençoar e salvar.III. As forças antagônicas.“Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor” (v 11).A ciência descobriu que as leis do universo estão estabelecidas sobre forças antagônicas; o mesmo ocorrendo com as leis da vida cristã.A) O texto tem dois sentidos:1) Servir ao Senhor com temor. Existem o temor servil e o temor filial. Aqui é temor filial. Uma sensibilidade nobre, uma consciência cheia de expectativa, uma apreensão salutar, com “tremor”. “Com difidência – desconfiança. É o tipo de medo que uma pessoa tem de sua difidência de sua força e de seu poder”.2) Alegre-se! Alegre-se no Senhor Deus. Mostre-se satisfeito, alegre e glorie-se em servir o Senhor.B) Esses dois aspectos não são incompatíveis...Temor a alegria parecem contraditórios. Forças, leis, fenômenos que aparentemente são contraditórios se complementam, como o oxigênio e o nitrogênio que se complementam.C) São dois aspectos importantes no desenvolvimento da vida cristã. Devemos temer e nos alegrar.Por que se reuniram povos e em vão murmuram as nações? Os reis da terra se posicionaram com os líderes que, secretamente, conspiram contra o Eterno e seu Ungido, dizendo: Rompamos suas amarras e nos livremos de suas cordas... com um cetro de ferro os esmagarás; como a um vaso de barro os estilhaçarás.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Sobre afetos projetados
Já imaginou um universo dos afetos não transformados em poeira cósmica: Uma vida tão extraordinariamente teimosa que fosse capaz de transpor o tempo e o espaço pelo milagre de uma amizade verdadeira, ainda que o objeto de tal amizade fosse um coração inexpugnável? Se houvesse uma solução contumaz para gente sem solução. Imagine o poder de mudar pensamentos, de tornar o que você sente parte da essencia da pessoa que você ama. De permitir por alguns instantes ou até por semanas ou meses que tudo que existe em você pusdesse ser vivenciado pelo coração alheio. Cada dor, cada sonho, cada gesto, cada afeto visceral. Se fosse-nos dada a capacidade de lançar sobre outrem o sentimento interno, de projetar sentimentos, de modo que alguém os pudesse experimentar. O amanhã seria outro. Gente que se afastou de nós, viria correndo nos abraçar. Pessoas que não nos dão valor, venderiam seus bens pelo direito de estar do nosso lado. Se amassemos demais, claro. Porque quem não tem afeto nada poderia projetar senão seu próprio vazio, sua inquietação e sua continua solidão. Falo de compartilhar afeto, ou da capacidade de transformar outro coração pela capacidade de faze-lo pulsar no mesmo tom. Imagine perceber o que você representa, para outra pessoa, num dado momento. E perceber o pouco tempo que você lhe concedeu. No mundo dos afetos falsos, dos interesses burros, andamos e vivemos em meio a milhares que não nos são próximos, ou que por nós nada, absolutamente, nada sentem. E deixamos de nos aproximar de alguns, aos quais para os tais, somos como uma estrela que resplandece em cada amanhecer.
Que o amanhã se faça hoje, pra que estejamos cada vez mais próximos
daqueles que por afetos que nos foram dados,
temos o poder
de lhes aquecer os corações.
Welington
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