quinta-feira, 19 de abril de 2012

Pensamentos Noturnos - Night Thoughts - 夜 思

Pensamentos Noturnos - 夜思

Um dos mais famosos poemas de um dos maiores poetas da literatura clássica chinesa: "Pensamentos Noturnos" - 夜思 , de Li Bai - 李白 (701-762).

Night Thoughts - 夜 思

One of the most famous poems of one of the greatest poets of classical Chinese literature, "Night Thoughts


with simplified ideograms:
com ideogramas simplificados:

床前明月光,
疑是地上霜,
举头望明月,
低头思故乡。

with traditional ideograms:
com ideogramas tradicionais:
床前明月光,
疑是地上霜,
舉頭望明月,
低頭思故鄉。

transcrição fonética pinyin:
Phonetic transcription pinyin
chuáng qián míng yuè guāng
yí shì dì shàng shuāng
jǔ tóu wàng míng yuè
dī tóu sī gù xiāng

translation:

Opposite to my bed, enters a moonbeam,
That could be confused with frost on the ground.
I raise my head, looking at the moon,
I look down, remembering my homeland.

Background:
The poet finds himself far from home. During the night, he awakens with the glow of the moon coming through the window. Looking reflected light on the floor, remembers the frost covering the ground, image associated with the sadness and cold that is in your heart right now. Looking out the window, he contemplates the moon, as did several times before, in his homeland. All this creates a sense of nostalgia in the poet's soul that cries of longing ....


tradução:
Defronte à minha cama, entra um raio de luar,
Que poderia ser confundido com a geada sobre o chão.
Elevo minha cabeça, contemplando a lua,
Olho para baixo, lembrando a minha terra natal.






Contextualização:
O poeta encontra-se longe de casa. Durante a noite, ele desperta com o brilho da lua entrando através da janela. Olhando a luz refletida no piso, lembra-se da geada cobrindo o chão, imagem que associa à tristeza e ao frio que está em seu coração neste momento. Olhando pela janela, ele contempla a lua, assim como fez várias vezes antes, em sua terra natal. Tudo isso cria um sentimento de nostalgia na alma do poeta, que chora de saudade.

Shi, shi, shi

A História do Sr. Shi que Comia Leões


Início de ano, uma postagem mais leve:

Um pequeno conto, escrito em Chinês Clássico, em que todos os caracteres são pronunciados "Shi", mudando apenas o tom. Cada ideograma no chinês é uma sílaba, cada sílaba é composta de um som inicial, um som final e um TOM = a entonação própria da sílaba.  Se pronunciarmos o tom de maneira errada, não seremos compreendidos.

《施氏食狮史》 
石室诗士施氏,嗜狮,誓食十狮。施氏时时适市视狮。十时,适十狮适市。是时,适施氏适市。氏视是十狮,恃矢势,使是十狮逝世。氏拾是十狮尸,适石室。石室湿,氏使侍拭石室。石室拭,氏始试食是十狮。食时,始识是十狮,实十石狮尸。试释是事。




Transcrição Pinyin:


shi shi shi shi shi shi, shi shi, shi shi shi shi. shi shi shi shi shi shi shi shi. shi shi, shi shi shi shi shi. shi shi shi shi shi, shi shi shi, shi shi shi shi shi shi. shi shi shi shi shi shi, shi shi shi. shi shi shi, shi shi shi shi shi shi, shi shi shi, shi shi shi, shi shi shi shi shi shi. shi shi shi, shi shi shi shi shi shi shi. shi shi, shi shi shi shi shi. shi shi shi shi.

Tradução:

"A História do Sr. Shi que Comia Leões" 
Era uma vez, um poeta chamado sr. Shi. Ele apreciava muito comer leões e vivia numa casa de pedra. Ele estava querendo comer dez leões. Sr. Shi visitava o mercado de tempos em tempos. Um dia, às dez horas, dez leões apareceram no mercado. E aconteceu do sr. Shi chegar no mercado naquele mesmo momento. Sr. Shi viu que haviam dez leões, e os matou com flechas. Sr. Shi pegou os cadáveres e levou-os de volta para a casa de pedra. Mas a casa de pedra estava úmida, então o sr. Shi ordenou ao servo que secasse e limpasse a casa. Quando a casa ficou limpa, o sr. Shi começou a comer os dez leões mortos. Mas enquanto ele comia, ele descobriu que os cadáveres dos dez leões mortos que ele tinha trazido de volta eram, na verdade, cadáveres de leões feitos de pedra. Você pode explicar isso? 




Ouça um chinês lendo a história:


http://www.youtube.com/watch?v=Ckx8eHeWBn0

Do Blog http://poemaschineses.blogspot.com.br/

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Sobre os Arraiais de Deus. About the tribes of Israel was encamped in the desert


When the tribes of Israel was encamped in the desert they should follow an order, a positioning of the tribes in the huge nomadic camp. This order, this arrangement, the organization showed us a design that could only be seen in its entirety from the top of a mountain for example. The figure formed reveals something extraordinary.

The Census

  The count of the tribes is detailed in Numbers chapter 1. The true population represented was obviously higher than this count as only men over 20 years old and able to go to war, were counted. Most scholars estimated that women, children and the elderly would increase the number of people times three. The whole camp would be approximately 2 million people.

  Although the numbers of each tribe, apparently, not reveal us much, the total of each of the four groups will be quite revealing:


Quando as tribos de Israel se acampavam no deserto deveriam seguir uma ordem, um posicionamento das tribos dentro do gigantesco acampamento nômade. Essa ordem, esse arranjo, essa organização mostrava um desenho que só poderia ser visto em sua totalidade do alto de uma montanha por exemplo.  A figura formada nos revela algo extraordinário.

O Censo
 A contagem das tribos é detalhada em Números, capítulo 1. A verdadeira população representada era obviamente maior que esta contagem, pois apenas homens, acima de 20 anos e aptos a irem para guerra, foram contados. A maior parte dos estudiosos estima que mulheres, crianças e idosos multiplicariam o número por três ou mais. O arraial todo iria ter aproximadamente 2 milhões de pessoas.
 Ainda que os números de cada tribo aparentemente não revelem muito, os totais de cada um dos quatro grupos serão bastante reveladores:


Judá/Judah   74.600
Rúbens   46.500
Issacar/Issachar   54.400
Simeão/Simeon   59.300
Zebulom/Zebulun   57.400
Gade/Gad   45.650

186.400

151.450





Efraim/Ephraim   40.500
Dã/Dan   62.700
Manassés/Manasseh   32.200
Aser/Asher   41.500
Benjamim   35.400
Naftali/Naphtali   53.400

108.100

157.600


Cardinal Points



 Each of the camps, of three tribes each, should camp in one of four directions (North, South, East, West), respecting the camp of the Levites who would be around the tabernacle. We can not know precisely the space that was needed for the Levites, about 30 meters on each side, or 100 meters. But whatever the space, we will adopt this space as a basic unit.

 To fully understand all the implications, you need to try to think like a rabbi: you have to keep an extremely high respect to the precise details of the instructions. They measured accurately  in their zeal to fulfill every letter of the law.

 The tribes of Judah, Issachar, and Zebulun - collectively called the Camp of Judah - had to camp to the east of the Levites. Then there is a technical problem. Note that if the camp width of them was greater than the width of the camp of the Levites, the surplus would be in the southeast or northwest, and not to the east. So if were strictly followed his instructions, his camp would have to have just the same width of the Levites, and then they would have to extend to the east to get the necessary space.

 The camp of Reuben, Ephraim and Dan had the same situation south, west and north respectively. The length of each is proportional to the total population of each camp.
 


Pontos Cardeais
 
 Cada um dos arraiais, de três tribos cada, deveria acampar num dos quatro pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste), respeitando o arraial dos levitas que ficaria junto ao tabernáculo.   Não podemos saber com precisão o espaço que era necessário para os levitas, se era 30 metros de cada lado, ou 100 metros. Mas seja lá qual for o espaço, adotaremos este espaço como uma unidade básica.
 Para entender completamente todas as implicações, você precisará tentar pensar como um rabi: você tem que manter um respeito extremamente elevado aos detalhes precisos das instruções. Eles adotavam medidas heróicas no seu zelo por cumprir cada letra da lei.
 As tribos de Judá, Issacar e Zebulom – coletivamente chamadas de Arraial de Judá – tinham que acampar ao leste dos levitas. Então surge um problema técnico. Perceba que, se a largura do arraial deles fosse maior que a largura do arraial dos levitas, o excedente estaria no sudeste ou noroeste, e não ao leste. Portanto, se eles fossem seguir estritamente suas instruções, seu arraial teria que ter apenas a mesma largura dos levitas, e então eles teriam que estender-se ao leste para obter o espaço necessário.

 Os arraiais de Rúbens, Efraim e Dã tinham a mesma situação ao sul, oeste e norte respectivamente. A extensão de cada um seria proporcional à população total de cada arraial.
Ephraim – Efraim
Ox – Boi
Man – Homem
Reuben – Rúbens
Judah – Judá
Lion – Leão
Dan – Dã
Eagle – Águia
Levites – Levitas
Gershonites – Gersonitas
Kohathites – Coatitas
Merarites – Meraritas
Moses & Priests – Moisés ; Sacerdotes

The Aerial View

  If we add what we can infer from the biblical account, you can imagine how the camp of Israel was seen from above: the Tabernacle and the Levites in the center, surrounded by the four faces of the flags of the tribes, and each of the four camps of Judah, Ephraim , Reuben and Dan, extending the four cardinal directions.

  We can also note the approximate size of each tribe, to determine the relative size of each camp when they were extended in each of the four cardinal directions. Here are the impressive results:


 When the Israelites camped, they formed a giant cross!
Hidden in the Torah, and not in the New Testament!
The New Testament actually is hidden in the Old Testament; The Old Testament is revealed in the New Testament.
In the heart of the camp the tabernacle, where the Israelites performed their worship of God. Where happening daily sacrifice of a lamb ... ...
And immediately we remember that guy dressed in camel clothes who lived in the desert that when saw Jesus pass by him screams:

- Behold the Lamb of God! Who takes away the sin of the world 

Quando os israelitas acampavam, eles formavam uma gigantesca cruz!
Oculto na Torá, e não no Novo Testamento!
 O Novo Testamento, na verdade, está oculto no Velho Testamento; O Velho Testamento é revelado no Novo Testamento.
No coração do acampamento o tabernáculo, onde os israelitas realizavam seu culto a Deus. Onde acontecia diariamente a imolação...de um cordeiro...
E imediatamente relembramos daquele sujeito vestido com vestes de camelo que morava no deserto que quando vê Jesus passar grita:
- Eis o Cordeiro de DEUS! Que tira o pecado do mundo...



terça-feira, 10 de abril de 2012

Punição

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Punição




Assentava-se o príncipe
Acima de seu séquito
À direita do rei
Vestido de púrpura
Cingido de ouro
Com anéis dourados
De jóias cravejado o peitoral
As suas vestes de linho
Obra esmerada
de artesãs egípcias
Quando ele passava
pelas regiões do reino
as meninas pobres
das vilas indianas
Suspiravam todas.

E dentre elas havia uma
que não entendia
porque tanta glória
porque tanto luxo
porque sua liteira
forrada de carmim
de tão luxuosa
cheirava a incenso.
enquanto sua vila
de ruas de lama
não ostentava nada
a não ser suas flores

nela não havia palácios
só casebres
nas vielas
nas ruas tão estreitas


Contudo sorria
com encantamento
na celebração
dessa realeza
tão bela e tão rica

Passaram-se os dias
e Prya crescia
rica em talentos
com grande resplendor
de sua beleza
qual uma especiaria
tão indescritível
quanto a própria vida
exímia dançarina
de sua aldeia
Seus gestos tão meigos
como a própria brisa

Encantavam-se todos
com sua alegria

Como brindava à vida
em meio à sua pobreza
diziam que sua voz
acalmava o vento

diziam que seu canto
dominava as feras
E se ela chorasse
choveriam dias
nos quais pisaria
as poças de chuva
em plena alegria
e ruidosa algazarra
com outras meninas

chegaram os dias
em que o principado
seria provido
de um casamento
Arranjado
como era costume
E forçaram as moças
de muitas aldeias
a tecerem peças
e fiarem sedas
Sáris e Sawar kameez
e cortinas
e a dançarem
nos dias da festa,
na qual uma nobre
de distinta família
Se apresentaria

Prya arrastada com as outras moças
chegou ao palácio ancestral
enfeitado de estuque e
mármore colorido

Como dançarina
ela foi levada
ao salão das vestes
onde também estavam
as vestes da futura noiva.

Multidões vieram
de toda parte
trouxeram presentes
houve grande confusão
e faltaram servos
para tanta honra
e deixaram as moças
sós a se vestir
elas eram pobres
e não conheciam
tantas vestimentas
e o que representavam
e por puro engano
vestiram a Prya
com as vestimentas
que eram da noiva...

Quando as dançarinas
se apresentaram
com elas veio Prya
e com elas dançou.

Quando a viu o príncipe
lhe faltou o ar
imaginou que era essa
sua prometida
e a sua alma
nela se apegou
quando ela dançava
lhe faltaram forças
e quando ela sorriu
sua alma
dele fugiu

Quando descobriram
o que ocorrera
interpretaram
ser isto
uma grande afronta
E a pobre moça
presa se tornou.
a verdadeira dona
das vestes de noiva
foi apresentada

Filha de um nobre,
de beleza ímpar
e de grande coração.

Mas o belo moço
já não atinava
já não se enxergava
e a ela não via
pois seu coração
fora encarcerado
na mesma masmorra
onde estava Prya

Rejeitar sua noiva
perderia o reino
ofenderia família
desonraria a todos
e já não sabia
O que iria fazer.


Disfarçou-se como
fosse um mendicante
dizendo que era
de Prya um parente
descendo até
as masmorras frias
encontrou-se ali
com a sua amada


Ela não sabia
de quem se tratava
mas só lhe importava
como lhe tratou
e agradecida
pelos seus presentes
nele se encantava
sem saber quem era

Quando ele desceu
chamavam-no príncipe
quando ele subiu
já não era nada.
Já não via nada
então suspirou


Disse ao seu pai:
Dá-me o poder de puni-la agora
Por sua desonra, deixa-me acoitá-la



O rei ordenou:
Deixe que ele a leve, que lhe seja dado
O poder da vida ou mesmo da morte,
da menina tola, que lhe usurpou.

Ela entrou tremendo em sua presença
Que lhe mostrou várias vasilhas
com sangue
Suja tuas roupas, faz o que te ordeno
E bebe daquilo
Que haverei de dar.

Por parte da noite
Ouviram o chicote
E muitos diziam
Ela irá morrer.
Quando amanheceu
Levaram-lhe desfalecida
Envolta em sangue
Até aos seus pais.
E toda a aldeia
A pranteou
Demais


Então sua noiva
Nobre horrorizada
Rejeitou tal homem
E a tal barbárie
Tomou suas servas
E voltou sem nada.
Para o reino de seu pai.


O rei porém,  satisfeito
Deu-se por julgada
Que sua desfeita
Nela, pobre moça estava paga

Então diante dele
Apresentou-se o jovem
Deixa-me que faça
As pazes com aldeia
Para que teu reino
Não se enfraqueça
Levarei um dote
Escolherei na sorte
A agraciada
Que será minha noiva

O Rei disse que
Não misturaria
Seu sangue tão puro
Com o de tal raça!
Mas seu filho sábio
Disse que tal ato
Lhe traria glória
Como nunca antes
Fora dedicado
A reino algum
E ainda puniria
A ousada moça
Se ainda vivesse!

Prya acordara
E não tinha marcas
Não fora ferida
Pelo seu amor

E chegara a tarde
Quando a realeza
Invadiu a aldeia
E foi a sua casa

Houve muito medo,
Lutariam todos
Caso necessário
Para lhe salvar

Mas o emissário
Logo os acalmou
E logo atrás
Chegara o príncipe.
E por longo tempo
Os dois se olharam
E ela o fitando
O reconheceu
Era o mendicante
Que fora ao calabouço
E que ela amara
Sem saber quem era.

Sem perder sua pose,.
Ele ordenou:
Serás minha noiva!
Como teu castigo.
Viverás comigo
Como minha esposa
Pela ousadia!
Eis o teu vestido!
E por punição
Dançaras pra sempre
Diante deste reino
Para que te vejam
E a tua aldeia
Será convidada
A te ver dançar!


Ela inclinando-se,
Com os olhos brilhando
Disse:
Que assim ocorra
 Hoje eu aceito...
...minha punição.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Coleção Brasiliana Digital

Coleção

Idealizada por Octales Marcondes Ferreira, presidente da Companhia Editora Nacional, como a "quinta série" de uma coleção mais ampla, intitulada Biblioteca Pedagógica Brasileira, a Brasiliana compõe-se de 387 volumes, acrescidos de 26 da série Grande Formato e de 2 da Série Especial. A Coleção foi lançada logo após a Revolução de 1930 e a criação do Ministério da Educação, tendo a dirigi-la, por 25 anos, o grande educador Fernando de Azevedo, depois substituído pelo historiador Américo Jacobina Lacombe.

Sua abrangência se estende pelas principais áreas do saber, da História à Antropologia, da Ciência Política à Geografia, da Sociologia à Lingüística, da Economia às Ciências Naturais, reunindo autores nacionais e estrangeiros que se debruçaram sobre o Brasil, inclusive a importante contribuição dos viajantes europeus que percorreram o país no século XIX.

O exemplo da Companhia Editora Nacional foi seguido por inúmeras outras iniciativas do gênero, como as coleções Documentos Brasileiros, da Editora José Olympio, Azul, da Editora Schmidt, Reconquista do Brasil, da Editora Itatiaia, Memória Brasileira, da Melhoramentos, Corpo e Alma do Brasil, da Difel, Dimensões do Brasil, da Vozes, Retratos do Brasil, da Civilização Brasileira e, mais recentemente, da Companhia das Letras.

Veja abaixo as obras que já foram transpostas para o formato eletrônico, com leitura disponível na tela, ou acesse uma lista completa com todos os volumes que compõem a Coleção Brasiliana.
http://www.brasiliana.com.br/brasiliana/colecao


Título
2  O Marquês de Barbacena
5  Segunda viagem do Rio de Janeiro a Minas Gerais e a São Paulo (1822)
9  Os africanos no Brasil
13  À margem da História do Brasil
15  A política exterior do Império v. III - Da Regência à queda de Rosas
16  O problema nacional brasileiro: introdução a um programa de organização nacional
17  A organização nacional; Primeira parte – a Constituição
18  Pedro II
19  Visitantes do Brasil colonial (séculos XVI-XVIII)
20  Mauá
23  A escravidão africana no Brasil; das origens à extinção
24  Problemas de Administração
26  Rumos e Perspectivas
28  Viagem ao Araguaia
31  O Brasil na crise atual
32  Visitantes do Primeiro Império
33  Meteorologia Brasileira
35  Fitogeografia do Brasil
38  Mocidade e Exílio (cartas inéditas)
47  O Brasil
48  Bandeiras e sertanistas baianos
51  Doenças Africanas no Brasil
52  O Selvagem
53  Biogeografia Dinâmica - a natureza e o homem no Brasil
56  Mulheres e Costumes do Brasil
58  Viagem à Província de Santa Catarina (1820)
60  A vida dos índios Guaicurus
61  Viagem Militar ao Rio Grande do Sul
63  Na Planície Amazônica
66  A instrução e o Império - 1º vol.
67  Problemas de Governo
68  Viagem às nascentes do Rio São Francisco e pela província de Goiás 1º v
72  Segunda viagem ao interior do Brasil: Espírito Santo
74  Estudos Históricos e Políticos
75  Vocabulário Nheengatu
77  Zoogeografia do Brasil
78  Viagem às nascentes do Rio São Francisco e pela província de Goiás 2º vol.
79  O Visconde de Sinimbu: sua vida e sua atuação na política nacional
82  O Brasil visto pelos ingleses. Viajantes ingleses.
86  À Margem do Amazonas
87  A instrução e o Império - 2º vol.
89  As forças armadas e o destino histórico nacional
92  Ensaio sobre as construções navais indígenas do Brasil
95  Viagem ao Brasil, 1865-1866
99  A biologia no Brasil
100  História econômica do Brasil; 1500-1820
103  Os mitos africanos no Brasil: ciência do folclore
104  Amazônia - a terra e o homem
105  A Província - Estudo sobre a descentralização no Brasil
106  O Vale do Amazonas
108  Por Brasil e Portugal
110  As raças humanas e a responsabilidade penal no Brasil
115  Cartas do Solitário
117  Tratado descritivo do Brasil em 1587
118  Através da Bahia – excertos da obra Reise in Brasilien
119  O precursor do abolicionismo no Brasil: Luís Gama
121  A instrução e o Império - 3º vol.
123  O Domínio Colonial Holandês no Brasil
126  Viagem pelas províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais t. 1
128  O governo provisório e a revolução de 1893 - 1º v.
129  Clima e saúde - Introdução biogeográfica à civilização brasileira
134  As minas do Brasil e sua legislação
138  Descrição dos rios Parnaíba e Gurupi
142  Euclides da Cunha a seus amigos
145  Do Guaíra aos saltos do Iguaçu
146  Homens e fatos do meu tempo
151  Os males do presente e as esperanças do futuro: estudos brasileiros
152  Evolução econômica do Brasil
154  Natureza, doenças, medicina e remédios dos índios brasileiros (1844)
156  Viagem pelo Amazonas e rio Negro
159  História das guerras e revoluções do Brasil, de 1825 a 1835
162  O pau-brasil na história nacional
164  Dicionário da terra e da gente do Brasil
165  O alienado no direito civil brasileiro
167  Viagem ao Rio Grande do Sul
168  Tratados da terra e gente do Brasil
177  Farias Brito; o homem e a obra
178  Estudos da língua nacional
187  Capitais e grandeza nacional
188  O negro brasileiro 1º v. - Etnologia religiosa
191  A conquista do deserto ocidental: subsídios para a história do território do Acre
193  A glória de Euclides da Cunha
196  Memórias de um Cavalcanti: 1821 - 1901
197  Viagens aos planaltos do Brasil Tomo 1 - Rio de Janeiro a Morro Velho
198  Pequena história das artes plásticas no Brasil
200  Geologia e geografia física do Brasil
208  Viagem ao Tapajós
209  História das explorações científicas no Brasil
210  Viagem pelo distrito dos diamantes e pelo litoral do Brasil
212  Castro Alves - o poeta e o poema
215  Cartas do Brasil
220  Os holandeses no Brasil: notícia histórica dos Países-Baixos e do Brasil no século XVII
221  Viagens ao nordeste do Brasil
223  Viagens pelo Brasil. Principalmente nas províncias do Norte e nos Distritos do Ouro e do Diamante durante os anos de 1836-1841
224  A aculturação negra no Brasil
229  Singularidades da França Antártica
231  Memórias de um magistrado do império
232  Através do sertão do Brasil
237  O naturalista no rio Amazonas
238  Alimentação sertaneja e do interior da amazônia: onomástica da alimentação rural
242  Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: história trágica de uma expedição
244  Dois anos no Brasil
258  Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil
278  O Brasil literário: História da literatura brasileira
315  Viagem à comarca de Curitiba
328  O Rio de Janeiro visto por dois prussianos em 1819
329  A expedição do acadêmico G. I. Langsdorff ao Brasil, 1821-1828
342  Cartas ao irmão
1 G  Viagem ao Brasil nos anos de 1815 a 1817
8 G  Diário de uma viagem ao Brasil e de uma estada nesse país durante parte dos anos de 1821, 1822 e 1823
205 T1  O Brasil e os brasileiros: esboço histórico e descritivo v.1
213 T1  A instrução pública e o estado de São Paulo - 1º vol.
257 T1  Pluto Brasiliensis; memórias sobre as riquezas do Brasil em ouro, diamantes e outros minerais v. 1
266 T1  Expedição às regiões centrais da América do Sul v.1
1471 T1  A instrução e as províncias v. 1
2052 T2  O Brasil e os brasileiros: esboço histórico e descritivo v.2
2132 T2  A instrução pública no estado de São Paulo - 2º vol.
2572 T2  Pluto Brasiliensis; memórias sobre as riquezas do Brasil em ouro, diamantes e outros minerais v. 2
2662 T2  Expedição às regiões centrais da América do Sul v.2

Salto alto.

Não exagere.

Briga de Casal


- Não vem  buscar as coisas que você deixou não. Nunca mais quero ver  essa tua cara idiota, seu marginal.
 - Pega elas lá em na frente. Lá no Hall de entrada.
- O Rolex que você presenteou? Você quer de volta? O celular porcaria?  Teu PDA ?
-  Não preciso de nada disso. Pegue eles lá na frente. Isso. No Hall de entrada.
-  E sabe o que mais? Quer saber seu cretino?
O quê? Eu sou o quê?  Minha mãe é o quê?
- Agora? Você quer que eu devolva tuas coisas agora?


  - Sem problema...