terça-feira, 3 de julho de 2012

Carma ou Karma



Carma ou karma(do sânscritoकर्म, transl.Karmam, e em pali, Kamma, "ação") é um termo de uso religioso dentro das doutrinas budista, hinduísta, jainista e sikhista, adotado posteriormente também pela Teosofia, pelo espiritismoe por um subgrupo significativo do movimento New Age, para expressar um conjunto de ações dos homens e suas consequências. Este termo, na física, é equivalente a lei: "Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário". Neste caso, para toda ação tomada pelo Homem ele pode esperar uma reação. Se praticou o mal então receberá de volta um mal em intensidade equivalente ao mal causado. Se praticou o bem então receberá de volta um bem em intensidade equivalente ao bem causado. Dependendo da doutrina e dos dogmas da religião discutida, este termo pode parecer diferente, porém sua essência sempre foca as ações e suas consequências. Vale a pena lembrar que o termo Karma (Carma)diz respeito ao Hinduísmo, Budismo e sistemas de pensamentos originários na Índia. Qualquer outra reconceituação feita por outros sistemas de pensamento (por ex: teosofia, esoterismo, espiritismo etc) pode estar conduzindo a um equivoco do termo original. Fonte Wikipedia.

O esoterismo extrapola o conceito:
“Todos nós, na nossa actual existência, estamos recolhendo aquilo que semeamos nas nossas vidas passadas e, ao mesmo tempo, estamos semeando aquilo que recolheremos na nossa próxima existência. Nunca entendemos isto, e é assim como a humanidade não poderá escapar a esta cadeia de consequências, já que quase nunca sabemos o porquê dos nossos sofrimentos. Quando uma pessoa semeia desgraças, provocando dano aos demais, na realidade isso mesmo virá a recolher. Essa é a lei do Karma.
A lei do Karma é aquela lei que ajusta, sábia e inteligentemente, o efeito a sua causa. Todo o bem ou mal que tenhamos feito numa vida virá trazer-nos consequências boas ou más para esta vida ou próximas existências.” Repensando o conceito do Karma como uma lei universal e inviolável.
As Escrituras também citam a existência de uma lei de retribuição legada ao homem:

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
Gálatas 6:7-8
Que é o principio do karma original, uma leitura próxima ao significado e a aplicação do pensamento do termo em sanscrito. Dentro da consciência religiosa dos povos desde a antiguidade esse conceito é algo presente, estabelecendo o direito natural e o positivo, dando base as legislações e as relações sociais. Nosso direito e nossa constituição nos legam a ideia de preservar o direito alheio, do mesmo modo como outros tem esse dever. Caso não ocorra entra uma terceira instancia, o poder jurídico que retribuirá dentro de limites o mal cometido, agindo como guardião dos direitos de todos.

O conceito é de uma lei de retribuição. Que procede de uma justiça perfeita, justiça de Deus. Mas não é essa a lei que domina o universo. Há uma superior a todas as leis. Ninguém é escravo de seus feitos, nem réu eterno de suas obras. O conceito da Karma esotérico é de uma lei de punição que não conhece o significado do PERDÃO DIVINO. Mas o perdão é maior que a qualquer lei, porque o AMOR é maior que a LEI. E CRISTO estabelece a lei do amor de Deus pelas suas criaturas. Essa é a LEI de CRISTO. Que possui o PODER de PERDOAR os PECADOS COMETIDOS.

Celebração para a humanidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 

Paulo a cita em uma de suas cartas

Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.
Gálatas 6:2

A lei do espírito da vida

Portanto, não existe mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. A Lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te libertou da lei do pecado e da morte. De fato -- coisa impossível à Lei, porque enfraquecida pela carne -- Deus, enviando o seu próprio Filho numa carne semelhante à do pecado e em vista do pecado, condenou o pecado na carne, a fim de que o preceito da Lei se cumprisse em nós que não vivemos segundo a carne, mas segundo o espírito. Com efeito, os que vivem segundo a carne desejam as coisas da carne, e os que vivem segundo o espírito, as coisas que são do espírito.Romanos 8:1-5

A lei que suplanta ou termina a obrigação do Karma é conhecida como Lei do espírito e Vida.
Perceba que o KARMA nos obrigaria a um universo de infinitas mortes porque teríamos que receber de algum modo todo MAL que porventura tivessemos realizado contra outrem. O KARMA é na verdade chamado nas ESCRITURAS como LEI DO PECADO E DA MORTE. O princípio da RETRIBUIÇÃO não tem como nos absolver. Porque nosso corpo está enfermo pelos desejos, pelas paixões, estamos contaminados pelo egoísmo, pela inimizade, pela cobiça, pelo medo. NENHUM homem poderia evitar-se de fazer o mal, não importa quão fortemente lutasse contra isso, não importa se se escondesse nas montanhas, se se afastasse da civilização, que vivesse uma vida de ermitão, que vivesse uma vida de celibato, que se dedique a contemplação. Porque nós erramos internamente, nós odiamos mesmo sem ter alguém para odiar. Nós sentimos e abrigamos pensamentos que são contrários aos pensamentos de Deus. Mesmo que esvaziemos a mente, porque essa tendencia ao erro habita nossos corpos. Nós chamamos isso de humanidade. O isolamento gera por sua vez outros pecados. Ninguém vive para si. Ninguém nasceu oara si mesmo. Ninguém. Quando um monge se afasta dos outros, se afastou de ALGUÉM que precisava dele. Nó erramos por não amarmos. Quando deixamos de fazer o bem que era possível e não fazemos. Porque fazemos parte de um mundo humano e somos parte uns dos outros. Se somente o principio da retribuição operasse e reinasse nessa terra, o nosso mundo seria uma morada de mortos. Hoje tudo que restaria do gênero humano seria um gigantesco cemitério. Então algo maravilhosíssimo aconteceu. Um menino nos nasceu e sobre seus ombros o principado. Ele, o príncipe da paz veio ao mundo e cheio do poder e do espírito de Deus caminhou de modo humano como nós, mas tendo o poder que a nenhum ser humano foi concedido. O de LEGISLAR para a eternidade. Jesus é maior que as leis e nele se cumprem todas as leis da criação. E através do seu tremendo amor e inimaginável poder que abrange a todas as coisas pode PERDOAR os erros outrora cometidos e assim realizar o IMPOSSIVEL.
Nos tornar JUSTOS diante de DEUS. Em JESUS a LEI do KARMA TERMINA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Essa é a tremenda mensagem do Evangelho, que minhas dividas passadas NELE são perdoadas!
Ele me amou e através dele DEUS me amou de tal maneira que sou CONVIDADO a conhece-lo para RECEBER de graça um DOM inefável. Porque JESUS possui esse DIREITO. Foi dado a ele.

O Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la de novo. Ninguém tira a minha vida; eu a dou livremente. Tenho poder de dar a vida e tenho poder de retomá-la. Esse é o mandamento que recebi do meu Pai

Essa VIDA que Jesus concede aquele que nele crê o torna RENOVADO.
Se você pudesse tornar a nascer de novo, sem nunca ter pecado anteriormente. A LEI do KARMA seria ANULADA. Não teria como retribuir o mal que não foi realizado.
Esse segredo está presente no PODER que Jesus possui de DAR sua VIDA. E por fazer que possamos dela possamos participar. Esse é o significado da CEIA.

JESUS por sua vez, é o único ser humano ao qual o KARMA não tinha PODER. Porque ele nasceu e viveu sem JAMAIS cometer pecados. O homem sem pecados possui o poder de nos perdoar. E com isso nos APERFEIÇOAR.

Wonder Woman




segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hogwarts



Índia

Atenciosamente




Encontrei essa reportagem a respeito da Índia na época da novela Caminho das Índias e achei interessante... Cortei as perguntas inúteis e deixei as mais legais (a maioria). O mais legal é que essa reportagem diz que o sistema de castas não é obrigatório na Índia desde 1940, mas que se mantém devido à costumes e pressões culturais... A Doutora fala sobre a novela, mas sempre colocando a cultura indiana no meio. Dá uma lida!!
(Jessica)
 
Em entrevista a ÉPOCA, Nanci, PHD em política internacional pela New York University, explica que o sistema de castas é completamente imóvel, não permitindo ascensão a quem enriquece ou recebe educação. Hoje, há dalits muito ricos e influentes na Índia, como Mayawati, a governadora do Estado de Uttar Pradesh, o mais populoso do país, e Konakuppakatil Balakrishnan, o presidente da Suprema Corte. Boa parte dos 160 milhões de dalits, porém, vive em situação de extrema pobreza, e sujeita a sofrer violências quando se envolve com as castas superiores. Segundo um levantamento do Institute for Conflict Management, uma organização sem fins lucrativos baseada em Nova Déli, apenas em 2007 foram registrados 27 mil crimes contra dalits. Na entrevista, Nanci faz uma comparação entre a trama ficcional da novela e a cultura indiana atual.
ÉPOCA – E a retratação do sistema de castas, está sendo fiel à realidade? 
Nanci – É preciso elogiar a inteligência dramática da [autora] Glória Peres. Ela está tratando a família e o sistema de castas dentro de situações que só a ambiguidade do drama pode permitir. Um exemplo é o Raj [interpretado por Rodrigo Lombardi] ter um filho com uma estrangeira [Duda, a personagem de Tania Khalill]. Esse filho não poderá exercer a função liberadora do espírito do pai porque não é um filho de um matrimônio hinduísta. Ao mesmo tempo, ele terá em casa um filho que não é dele, mas sim de um pária, um dalit [Bahuan, personagem de Marcio Garcia], algo que quebra todos os votos do hinduísmo, porque o dalit está fora da religião. Isso é um enigma dramático, que só uma concepção inteligente poderia criar.
E o casamento com um estrangeiro também é mal visto?
Nanci –
Sim, pois mesmo quando o casamento é feito fora da ordem há problemas. Por exemplo, se o filho mais novo se casa antes do mais velho, isso é motivo para a família excluir esse filho mais novo. Se o noivo fosse um estrangeiro seria ainda mais problemático. O sistema de castas está descrito no Rigveda, o mais antigos dos Vedas (textos sagrados) do hinduísmo, escrito por volta de 1.200 a.C. O Rigveda é composto por mais de mil hinos escritos em sânscrito, entre eles Purusa-sukta. Segundo esse texto, durante a criação do mundo um ser primitivo chamado Purusha foi sacrificado. A partir de quatro partes de seu corpo – boca, braços, coxas e pés – surgiram as castas, ou varnas.
Brâmanes – vieram da boca e são a classe mais alta, a dos sacerdotes. Eles são os responsáveis por entoar as escrituras sagradas, uma responsabilidade muito importante, pois é por meio da comunicação oral que o conhecimento do hinduísmo é transmitido.
Xátrias – vieram dos braços de Purusha. É a classe de guerreiros e governantes.
Vaixiás – vieram das pernas. É a casta dos comerciantes, pessoas que viajam para trabalhar e com tarefas especializadas
Sudras – é a última casta, que veio dos pés. São os artesãos, camponeses, operários e trabalhadores que realizam tarefas consideradas subalternas.
Dalits – Não são uma casta, mas sim todas as pessoas que não fazem parte das quatro castas principais.
O que aconteceria em uma família padrão indiana caso fosse descoberto o filho de um dalit entre as castas superiores?
Nanci –
 Isso é praticamente impossível. É uma situação limite, em casos de imensos sacrifícios ou de grande anomia social. Isso só ocorreria em uma situação na qual a falta de regras já estivesse instalada. Há um filme indiano que ilustra uma situação dessas. Um sacerdote estava fazendo os ritos de morte de um homem moribundo muito rico e, para manter seu prestígio, depois de ter cometido um erro astrológico, que lá é algo muito grave, ele dá a filha em casamento ao moribundo. Além de casar com esse homem, a menina deveria se matar depois que ele morresse. Nessa situação de terror, a única pessoa que mostra alguma consideração é o dalit que estava presente esperando o homem morrer para levar as cinzas. E ela se enamora e tenta ficar com ele.
ÉPOCA – Essa rigidez do hinduísmo é homogênea em todo o território da Índia?
Nanci –
É geral. Os indianos seguem os primeiros textos sagrados escritos há alguns milênios, mas eles não são lidos pela maioria da população [todos estão escritos em sânscrito], e sim ouvidos, porque a maioria da população não é capaz de lê-los. Por conta disso, os ensinamentos são passados por meio de ritos de transmissão, e as castas dão origem a milhares de subcastas de acordo com a localidade e tomam características próprias conforme aspectos como a cultura e a língua. Mas há regras a serem cumpridas e elas eliminam a promiscuidade. A pessoa não pode, por exemplo, se casar com alguém da mesma vila, que ela viu crescendo. É preciso ser alguém da mesma casta, da mesma profissão, mas que seja de outra cidade. Foi esse sistema que defendeu a integridade da cultura indiana face às inúmeras colonizações pelas quais o país passou. Se não fosse esse sistema, a Índia seria um monte de fragmentos, mas o país conseguiu se manter coeso.
ÉPOCA – E até onde vai a influência do sistema de castas na sociedade indiana?
Nanci – As castas não existem legalmente, é proibido considerar alguém um pária.
 Ao mesmo tempo, o costume do povo, principalmente rural, onde a discriminação é profunda, mantém essa prática. É por isso que há um sistema de cotas na Índia, pois todo mundo vê que, estando em situação pior, eles precisam de ajuda. Hoje, há muitos dalits ricos e a Índia já teve até um ministro da economia de origem dalit. Há uma confusão, pois as pessoas acreditam que as posições superiores da casta correspondem a posições superiores de classe. Nós, no Brasil, no Ocidente, nem conseguimos compreender que uma pessoa seja superior e não tenha dinheiro. Um exemplo é o músico Ravi Shankar, que tocava a cítara de forma maravilhosa. Ele podia não ser rico, mas os filhos deveriam tocar cítara e saber todas as músicas clássicas indianas. Se um deles fosse para outra área, como um deles foi [a cantora Norah Jones, filha de Shankar com uma americana], mesmo que ficasse milionário, não seria bem visto.
ÉPOCA – O crescimento econômico da Índia e a aproximação com o Ocidente podem romper esse sistema?
Nanci – Ninguém encontrará resposta para essa pergunta tão imediatamente. Mas é importante ponderar que a Índia já teve contatos de maior contraste com outros modos de viver do que agora na globalização. Não sei por qual razão o mundo ocidental atual pode ser considerado tão imperdível, ou mais imperdível que o sultanato de alguns séculos atrás, por exemplo. A Índia tem inúmeras defesas culturais e pode se adaptar à modernidade.






Saillors versão Avengers

Sailors versão Avengers



Sailor Capitão América
 Sailor Gavião Arqueiro
 Sailor Homem de Ferro
 Sailor Hulk
 Sailor Thor
 Sailor Viúva Negra
 Sailor Loki

Improvisando



Gramática griega del Dr. Roberts

Gramática griega del Dr. Roberts








 Gramática griega del nuevo testamento 
para principantes

por Dr.  J. W. Roberts, Associate Professor of Bible

Departamento de Extensión
Abilene Christian College
1958

Editado y publicado por Donald L. Potter
Traducido por la señora Perla Sarmiento de Adams
 Copyright © 2007, 2008

CONTENIDOS
                                                                                                                            
PARTE I : INTRODUCCION: PRONUNCIACION Y ORTOGRAFIA                                         
PARTE II:   Lecciones
Lección 1.  Conjugacción de los verbos en Omega: Presente de Indicativo
Lección 2.  Declensión de los nombres eta 
Lección 3. Primera declensión raízes en alfa.
Lección 4.  Preposiciones
Lección 5.  Verbos contraídos (epsilon-omega)
Lección  6.  Declension of alpha-stems (Concluded), Masculines in –eta-signa and –alpha-sigma
Lección  7.  The Passive Voice. Present Indicative Passive
Lección  8.  The Middle Voice. Present Indicative Middle
Lección  9.  Second (o -) Declension. Nouns in –omicron-sigma ; Verbs in alpha-omega 
Lesson  10  Second Declension. Neuter Stems in omicron-sigma; Verbs in omicron-omega 
Lesson  11  Adjectives of the Vowel Declension
Lesson  12  Regular Verbs in –mi
Lesson  13  Conjugation of eimi. The Personal Pronoun
Lesson  14. Imperfect Indicative Active mp3
Lesson  15. Imperfect Indicative Middle-Passive
Lesson  16. The Demonstratives. Reflexive Pronouns
Lesson  17. Deponent (Defective) Verbs
Lesson  18. The Future Tense
Lesson  19. The Future Tense (Continued)
Lesson  20. The Aorist Tense
Lesson  21. The Second Aorist Tense       
Lesson  22. The Aorist Tense (Continued)          
Lesson  23. Perfect Active Indicative Active           
Lesson  24.  The Perfect Active (Continued)           
Lesson  25.  The Pluperfect Tense          
Lesson  26.  The Perfect Indicative Middle and Passive             
Lesson  27.  The Aorist Passive          
Lesson  28.  The Future  Passive         
Lesson  29.  The Principal Parts          
Lesson  30.  The Third Declension        
Lesson  31.  Liquid Nouns of the Third Declension            
Lesson  32.  The Relative Pronoun          
Lesson  33.  Mute Stems of the Third Declension          
Lesson  34.  Third Declension Stems in –ont. The Active Participle.    
Lesson  35.  Sibilent Stems (-es) of the Third Declension             
Lesson  36.  The Middle and Passive Participles            
Lesson  37.  The Genitive Absolute. Supplementary Participle             
Lesson  38.  The Aorist Passive Participle. Syncopated Stems of the 3rd Declension.             
Lesson  39.  The Subjunctive Mood         
Lesson 40.  The First Aorist Subjunctive. Vowel Stems of the 3rd Declension               
Lesson 41.  Second Aorist Subjunctive        
Lesson 42.  Conditional Sentences: Logical and Unreal             
Lesson 43.  Conditional Sentences: Anticipatory. Indefinite and Interrogative Pronouns             
Lesson 44.  The Imperative Mood         
Lesson 45.  Numbers        
Lesson 46.  Comparison of Adjectives          
Lesson 47.  Irregular Comparison of Adjectives         
Lesson 48.  The Optative 
Lesson 49.  The Periphrastic Tenses
Lesson 50. Adverbs and their Comparison        
Grammatical Index
Vocabulary (English – Greek)                      
Vocabulary (Greek – English)                                             
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