terça-feira, 10 de novembro de 2009

Unidade




Sobre ...Gaivotas... e Unidade



Parece que sabem
de antemão 
para onde as outras irão se voltar.
Voam como se fossem
um cardume de peixes que voam (... mas não como peixes voadores...),
ou como uma água viva marinha... do ar.



Só que não são peixes,
são aves!



300.000 aves fazem uma bela apresentação
como se fossem um único, gigantesco
e fantástico animal.
E por um momento, quem as vê,
só vê,
uma unica coisa.
Ainda que não saibamos como defini-la.


É algo semelhante a isso que o Espírito de Deus gostaria de realizar conosco.
Fazer com que nossos corações se tornem intuitivos assim com o dEle



Para já não haver nenhuma distancia
entre  Céu e Terra


Nem essa estranha separação
entre anjos e homens.



Porque a gente viveria,
segundo uma só direção
segundo um só coração
descrevendo caminhos impressionantes,
(Dada a criatividade estupenda desse tal
Espírito de Deus)
E quem vivenciar esse milagre,
do ser humano unido à Vida
Deixando de lado o que pensa saber
E ouvindo o que Ele tem a dizer
realizará coisas assim
impressionantes...
Jo 17

E não oro somente por estes
que estão comigo,
mas também por aqueles
que pela sua palavra
hão de crer em mim;
Para que todos sejam um,
como tu, ó Pai,
o és em mim,
e eu em ti;

que também eles sejam
um em nós,

para que o mundo creia
que tu me enviaste.
E eu dei-lhes a glória
que a mim me deste,
para que sejam um,
como nós somos um.
Eu neles,
e tu em mim,

para que eles sejam perfeitos em unidade,
e para que o mundo conheça
que tu me enviaste a mim,

e que os tens amado a eles
como me tens amado a mim.



Ah! Não são gaivotas não...
    ...só não sei que aves são

It seems that know
beforehand
where the other will turn.
They fly as if they were
a school of flying fish (... but not like flying fish ...),
or as a living water navy ... air.
But are not fish,
are birds!
300,000 birds make a beautiful presentation
as if they were a single, giant
and fantastic animal.
And for a moment, who sees them,
only see,
a single thing.
Although we do not know how to define it.
It is something similar to what the Spirit of God would carry us.
Have our hearts become so intuitive with Him
For now there was no distance
between Heaven and Earth
Not that strange separation
between angels and men.
Because we would live,
second one-way
second one heart
describing ways impressive,
(Given the creativity of such stupendous
Spirit of God)
And who experience this miracle,
human attached to Life
Leaving aside whether you think
And hearing what he has to say
carry stuff
impressive ...

Jo 17

And do not pray for these alone
with me,
but also by those
that by his word
will believe in me;
May they all be one,
as thou, Father,
art in me,
and I in You;
they too are
in us,
so that the world may believe
that you sent me.
And I gave them the glory
which to me this,
to be one,
as we are one.
I in them,
and thou in me,
so they are perfect in one;
and let the world know
that thou hast sent me,
and hast loved them
as thou hast loved me.


Ah There are no seagulls ...
     ... just do not know that birds are ...

...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Crossover Disney e Marvel

Crossover, uma mistura.

Yasmim e Tempestade




sCROOGE!!!

O Velho Scrooge sendo visitado por um fantasma...

Morcego Vermelho

Morcego Vermelho




Morcego Vermelho, criado por Ivan Saidenberg (inspirado numa ilustração do italiano Giovan Battista Carpi)[1] para os Estúdios Disney no Brasil, é um alter-ego do personagem Peninha, produção da Editora Abril que o publicou pela primeira vez em 1973.
Ele é um super-herói, paródia do Batman, e originariamente somente o Pato Donald conhecia sua identidade secreta. O Professor Pardal é quem cria seus apetrechos-morcego, que frequentemente dão errado. Os mais utilizados são o pula-pula morcego, o bate-morcego e a moto-morcego. Sua base fica no Beco do Morcego, onde habita a lata-de-lixo morcego.
Tem como um de seus maiores fãs o Zé Carioca, que adora se vestir de Morcego Verde.
A namorada de Peninha, Glória, também é uma heroína nas horas vagas, a Borboleta Púrpura. Frequentemente ela e o Morcego se encontram.



Se eles fossem gente



Para os fãs do Pato Donald




O menino e o relógio


 
 O menino e o relógio

O garoto franzino com ascendência indígena corre como o vento noroeste pelo pequeno apartamento, carregando em suas pequenas mãos escondido entre seus dedos trêmulos seu pequeno tesouro surrupiado. Sua respiração ofegante e seus olhos atentos de pupilas castanho-esverdeadas denunciam sua inquietação. O pequeno apartamento onde mora não lhe oferece o refugio adequado às suas destrutivas intenções. Vasculha a sala, vê as moças escolhendo fotos nos magazines de moda de sua mãe costureira, que pinta traços vermelhos no papel pardo para definir os moldes das roupas tecidas sobre a mesa.
Ele sabe que ali não seria o lugar de seu ato mágico. Entra num dos quartos e surpreende outra freguesa que faz a prova de um vestido verde-limão, sorrindo para sua imagem elegante e esguia refletida no espelho de cristal que pertencera a sua tia-avó.
Sabe que ali também não seria o lugar de seu ato mágico. Finalmente, como a personagem Lúcia das crônicas de C.S.Lewis, vislumbra o humilde armário de duas portas no segundo quarto, encostado na parede pêssego, enfeitada com decalques feitos por rolo de pintor. Entra suas portas, fechando-a em seguida, deixando-se envolver por densa escuridão, entre cabides, vestidos, meias, calças de brim. Suando em bicas, por causa do intenso calor daquela tarde de verão perdida no tempo.
Na sombra do velho armário ele se entrega a irrealizável tarefa de desmontar o inconfundível objeto. O relógio despertador que pegara sobre a cômoda ao lado da cama de seus pais. Instrumento de medir o tempo anterior aos relógios digitais, absoluto em mecanismos da antiga arte da relojoaria mecânica, pleno de pequeninas e exatas peças.
Com movimentos impossíveis, desprovido de ferramentas, auxiliado por fortes dentes, desmonta pacientemente as engrenagens que definem o tempo, enquanto sua mãe vasculha os cômodos à sua procura. O sol se põe sobre a terra quando certa hora este coloca para fora do armário sua cabeça suada com cabelos desgrenhados, olhar de cientista louco. O pedaço de gente sai com dezenas de peças em suas habilidosas mãos.
Então, com sorriso de um guerreiro vitorioso, senta-se no chão de tacos de madeira, afastando as peças: os ponteiros; o espelho; o vidro; a mola em espiral; os parafusos; separando assim a preciosa engrenagem central com o polegar e o indicador.
Ele então a posiciona no assoalho, com seu eixo tocando o piso e a borda dentada como uma asa estendida paralela ao chão de madeira.
Num vigoroso movimento a gira... Qual um pião perfeito que desconhece a resistência do ar. A exata engrenagem gira incansável, desprezando o tempo que um dia ajudou a medir. Até que sua mãe, horrorizada com a morte do bravo relógio, observa atônita a tragédia espalhada no piso do quarto, essa mesma do despertador perdido, que seu filho com as mãos desnudas, num ato de ciência que mais parecia magia, desmontou...

Só pra fazer um pião... 


The skinny kid with indigenous descent runs like the wind northwest to the small apartment, pressing his small hands hidden in his trembling fingers pinched her little treasure. His breathing and his eyes alert to greenish-brown eyes betray his uneasiness. The small apartment where he lives does not offer the appropriate refuge to their destructive intentions. Search inside the room, sees the girls picking photos for fashion magazines in her mother's seamstress, who paints red streaks in brown paper to define the terms of weaved cloth on the table.

He knows that there would not be the place of his magic act. Enter one of the rooms and other surprises customer who makes a test of a lime green dress, smiling at her slim and slender reflected in the mirror glass that belonged to her great-aunt.

Know that there would not be the place of his magic act. Finally, as the character Lucy chronicles of CS Lewis, sees the humble two-door cabinet in the second quarter against the wall peach, festooned with decals made by roll of painter. Enter your doors, closing it and then soak up the thick darkness, between hangers, dresses, socks, jeans. Sweating profusely, because of the intense heat of that summer afternoon lost in time.

In the shadow of the old cabinet he delivers the impossible task of dismantling the unmistakable object. The alarm clock that picks up on the dresser beside the bed of their parents. Instrument to measure the time before the digital clocks, absolute mechanisms of the ancient art of mechanical watch, full of tiny, precise parts.

With movement impossible, lacking tools, helped by strong teeth, patiently dismantles the gears that define the time, while his mother searches the rooms looking for her. The sun sets over the land when some hours this put out of the closet with your head sweaty disheveled hair, look of mad scientist. The portion of people out with dozens of pieces in their skillful hands.

Then, with smile of a victorious warrior, sits on the floor of parquet flooring, moving parts: the hands, the mirror, the glass, the coil spring, bolts, separating the precious central gear with the thumb and indicator.

He then places it on the floor, with its axis touching the floor and the edge bite as an extended wing parallel to the wooden floor.

In a vigorous movement to turn ... What a perfect pawn that ignores air resistance. The exact gear turns restless, despising the time a day helped to measure. Until his mother, horrified at the death of the brave clock, there stunned the tragedy spread on the floor of the room, the same clock lost her son with bare hands in an act of science that was more like magic, dismantled ...


Just to make a top